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5 de mar. de 2015

Os ídolos estão acabando

Mais um ídolo se foi. Na noite de ontem, após 519 jogos, 47 gols e quase 10 anos de história, Léo Moura se despediu do Flamengo. É mais um jogador que deixa o clube e a torcida que o consideram excepcional dentro e fora das 4 linhas.

São muitas as perdas, e cada vez mais difícil achar prováveis ídolos para os times. Assim como o Flamengo, outras equipes se despediram de jogadores marcantes para o clube. Na história recente, foi o caso de Juninho Pernambucano pelo Vasco, Alex pelo Coritiba, Marcos pelo Palmeiras, Petkovic pelo próprio rubro negro, Conca pelo Fluminense...

Gilvan de Souza / Site oficial do Flamengo
É muito raro ver um jogador criar um vínculo emocional com um clube, algo que antigamente acontecia com mais facilidade. Hoje o que importa é o dinheiro e a fama e não mais o amor pelas cores da camisa.

D’Alessandro agora é o jogador de linha que a mais tempo está defendendo um clube da série A, 7 anos. No geral, fica atrás apenas de Rogério Ceni (22 anos), Fábio (10 anos), Magrão (10 anos) e Marcelo Grohe (9 anos). Todos goleiros, uma posição mais frequente.

A venda precoce de jovens impede que o jogador crie raízes com o time. A rotatividade do mercado e o atraente futebol europeu também são os causadores da escassez de figuras queridas para as equipes.

É triste ver grandes nomes se despedirem de seus times e até mesmo do futebol. Só que mais triste ainda é se deparar com a realidade de que não se fazem mais ídolos como antigamente.

Aproveitem os momentos, porque a fábrica dos memoráveis está fechando as portas.

Juan Oliveira
Twitter: @Juan_Olv

16 de dez. de 2014

Retrospecgol

Mais um ano vem chegando ao fim e não poderíamos deixar de relembrar alguns fatos do mundo da bola. Então, com vocês, o RETROSPECGOL. (Dica: dê play na faixa preta abaixo e comece a ler)

Esse foi o ano do "CBF, você é uma vergonha". Concordo.
O ano da mordida do Suarez. Trágico.
(Não) foi o ano da Espanha.
Muito menos do Botafogo. Vexame.
Do tchau do mito Henry. Carrasco.
Um ano da conectividade de Mauro Cezar. Da ESPN sem PVC. Quem diria.
Esse foi o ano do sofrido centenário do Palmeiras. Por pouco.
Ano dos golaços de James, Van Persie e Stephanie. Obras primas.
Ano de Copa. Da NOSSA Copa. HISTÓRICA, MARCANTE, LINDA, EMOCIONANTE.
Do Adeus à Alex. Gênio.
O ano dos brasileiros San Lorenzo na Libertadores. Inédito.
Ano de Raul ficar pra trás na artilharia da Champions. Messi e CR7 mandam abraços.
Ano da bola do Chile no travessão no último segundo.
Perdemos Fernandão. Tristeza.
O ano do Atlético, do Cruzeiro, e depois do Atlético de novo. Futebol mineiro imbatível.
Um ano que o STJD quis aparecer. Desnecessário.
Foi o ano do artilheiro Fred. Tá, digamos que o ano começou em Agosto.
O ano do Fuleco. HAHAHAHA.
Nesse ano nos despedimos de Eusébio. Descanse em paz, Pantera Negra.
Ano das lesões de Valdívia. Normal.
Um ano de Neuer líbero.
Ano do NÃO ao racismo contra Daniel Alves e Aranha. Chega!
Foi o ano da Lá Décima do Real. Dos golaços de Ibrahimovic.
Ano alemão! Ah, Alemanha... Foi o ano do 7 x 1.
Ano da despedida do Rogério Ceni. Mito.
Ano marcado pelo choro de David Luiz. Choramos.

Ano marcado por tantos outros acontecimentos importantes, seja no mundo futebolístico ou não. Mais um ano que vai ficando pra trás. E assim como toda história, deve ser lembrado e contado. Eu vou contar aos meus filhos. E você?

BOAS FESTAS, FELIZ 2015!

Juan Oliveira
Twitter: @Juan_Olv

10 de out. de 2014

Por que a Inglaterra não ganha uma Copa do Mundo desde 66?

“Por que a Inglaterra perde?” é talvez a maior questão do esporte inglês. O país que criou o futebol é também o que mais se decepciona com ele. A última (que também é a primeira e única) foi no ano de 1966, em casa. De lá para cá foram só fracassos. Há quem diga que a seleção da Rainha já é eliminada de um campeonato muito antes de estrear por ele.

A cada preparação para a Copa, se inicia um antigo ritual. Ritual esse que foi aperfeiçoado ao longo de dezesseis fracassos anteriores em Mundiais. E ele segue um padrão:

Fase 1: Antes do campeonato – A Inglaterra certamente ganhará a Copa do Mundo
Não importa como foi o desempenho da seleção na Copa anterior. O atual técnico SEMPRE irá prever que ganhará a taça. A lista é grande e conta com Glenn Hoddle (1998), Ro Greewod (1982), Sven Goran (2006) e, mais recentemente, Roy Hodgson (2014) – leia aqui a afirmação dele -, a quem teve a pior atuação em 56 anos. O único se se salva é Alf Ramsey, técnico na conquista de 1966.

Fase 2: Durante a Copa, a Inglaterra encontra um antigo inimigo de guerra
Seja Alemanha, Argentina ou Itália. É impressionante como as partidas encaixaram perfeitamente com o passado de guerra entre as nações.

Fase 3: Os ingleses concluem que a partida foi um azar terrível
Azar foi a desculpa encontrada pela eliminação de 50, contra os EUA. Em 70, o goleiro Gordon Banks teve um mal estar minutos antes do jogo contra a Alemanha Ocidental e seu substituto levou 3 da Alemanha. Pior ainda foi em 73, quando a seleção não conseguiu se classificar para a Copa porque o goleiro da Polônia, Jan Tomaszewski, teve “uma noite de sorte” no estádio de Wembley. Não conformado com a decepção, o meio-campo Martin Peters disse anos depois que “em um dia normal teríamos derrotado a Polônia por 6-0”. A Polônia chegou às semifinais da Copa de 74.
Sem contar 90 e 98, quando foram eliminados na loteria chamada cobrança de pênalti. Ou em 2002, quando Ronaldinho teve a “sorte” na falta que deslizou para as redes da Inglaterra, porque ele não era bom o bastante para colacá-la ali intencionalmente, segundos os ingleses.

Fase 4: Além disso, todos os outros roubam
A “mão de Deus” de Maradona em 1986 e o chute de Lampard que entrou 30cm na Copa de 2010. Fim!

Fase 5: No dia seguinte à eliminação a vida volta ao normal
A eliminação não causa uma comoção nacional. Ao contrário, as eliminações da Inglaterra são festejadas, transformadas em mitos nacionais, canções ou comerciais de redes de pizzarias.

Fase 6: A Inglaterra vai para a Copa do Mundo seguinte achando que vai ganhar
Volte a Fase 1.

Quando especialistas se reúnem para explicar por que a Inglaterra perde, o bode expiatório preferido é: Há muitos estrangeiros na Premier League. O ex-capitão Steven Gerrard já deixou bem claro que isso acaba afetando a seleção.

Afinal, se os garotos ingleses mal conseguem jogar em seu próprio campeonato, como poderão esperar se transformar em jogadores internacionais? Os presidentes da FIFA e da UEFA apresentaram variações do argumento de Gerrard. Segundos eles a culpa do grande numero de estrangeiros na PL é pela falta de habilidade dos ingleses.

Um dia a Inglaterra foi o centro da rede de conhecimento do futebol. Desde a primeira partida internacional oficial de futebol em 1872 até, pelo menos, a primeira derrota em casa para a Hungria, em 1953. Muitos ingleses se apegaram à ideia da supremacia do futebol inglês muito depois disso ter deixado de ser verdadeiro.

O desempenho da Inglaterra em tempos bons e ruins é basicamente o mesmo. Só que os torcedores e imprensa tentam ver padrões onde não há nenhum. No final, a melhor explicação para os altos e baixos da seleção da Inglaterra é o acaso.

Mas nem o acaso é suficiente para responder a mítica pergunta “Por que a Inglaterra não ganha nada?”

Texto baseado no livro Soccernomics de Simon Kuper e Stefan Szymanski

Juan Oliveira
Twitter: @Juan_Olv

17 de set. de 2014

Má fé ou despreparo?

Ano após ano, a cada Brasileirão, nos cansamos de ver erros de arbitragem tomarem conta dos noticiários esportivos numa proporção alarmante. Não importa quantos programas futebolísticos falem, debatam e reclamem, sempre tem algo que é motivo de duvida e crítica por parte dos meios que acompanham o futebol.

Mas por que isso vem se tornando algo tão comum quando na verdade deveria se tornar raro? Com tanta tecnologia, seria normal que os erros se tornassem cada vez mais escassos e menos grosseiros. Seria má fé por parte dos árbitros ou há falhas no processo de formação dos nossos queridos juízes filhos de suas mães?

Eu realmente não consigo acreditar que a maioria deles errem de propósito para beneficiar “time A” ou “time B”. Muitos acreditam que os juízes do Brasil sentem a necessidade de beneficiar “AQUELE time com C”.

Quem acompanha futebol sabe que a cada jogo surge uma polêmica em torno de um pênalti não dado, um impedimento mal marcado... São coisas do jogo. A situação fica difícil quando o lance é claro. E quando eu digo claro é aquele lance que não há margem para duvida.

O ser humano não é perfeito. Árbitros não vão acertar sempre. Erros são aceitáveis, mas não quando se percebe que foi feito de propósito ou por despreparo. Cabe aos responsáveis tomarem providencias que deem resultado, o que não vem acontecendo.

O que não pode acontecer é aceitarem que isso se torne uma coisa rotineira, que prejudique (e muito) um campeonato tão equilibrado como o nosso, onde um simples gol mal anulado pode fazer toda a diferença no final.

Para encerrar, aquela velha frase injusta que existe:

O juiz de futebol é o único ladrão que rouba na presença de milhares de pessoas e ainda vai para casa protegido pela polícia

Twitter: @Juan_Olv 

28 de jun. de 2014

Chora que melhora

Teve jogo. Teve hino a capela.
Teve gol de David Luiz. Teve falha de Hulk e Marcelo no gol chileno.
Teve bola na trave nos últimos 20 segundos. 
Teve 120 minutos de angustia até 1 herói com camisa 12 desabar no choro.
Como não se comover com Julio Cesar? Como não ter o mínimo de orgulho, mesmo que seja momentâneo? 
Jefferson Bernardes/Vipcomm
Como não se solidarizar com a redenção de um jogador que foi visto por muitos como responsável pela derrota na Copa de 2010? 
Ser goleiro é ser vilão em diversas vezes e heróis em poucas. Hoje teve Super Julio
Teve emoção, teve medo. Teve alívio, teve desabafo.
Que tenha Colômbia.
Que tenha +Brasil
Que tenha COPA!

Twitter: @Juan_Olv Instagram: @fechandoogol

28 de mai. de 2014

Os chatos do "Não vai ter Copa"

*Se você é um dos que ficam gritando isso aos sete ventos e não quer saber a minha opinião, aconselho a parar por aqui mesmo.

Sei que um site esportivo não é o melhor lugar para falar de comportamentos sociais ou política, portanto tentarei entrar nesses assuntos o mínimo possível.

Estamos a poucos dias de um dos maiores espetáculos da Terra. Um evento capaz de fazer o mundo se sentir mais unido. Oriente e ocidente ligados a uma mesma coisa. Não é novidade pra ninguém que a Copa do Mundo causa um efeito fantástico.

Também não é novidade que o país NÃO está preparado para receber este evento. Não, não está. Não sou uma pessoa que costuma comparar países, mas estamos bem atrás daqueles que poderiam concorrer para serem países sede em 2007. Mesmo com uma infra estrutura que deixa a desejar, houve quem pagasse pra ver. E pagamos caro.

7 anos após a escolha de sediar o evento, nos encontramos divididos entre os que apoiam e os que rechaçam a realização. Após as manifestações do ano passado que abriram os olhos da população, parcelas de pessoas aderiram ao “Não vai ter Copa”, movimentos dos que são contra a realização do evento. Pessoas que se cansaram da roubalheira e viram na Copa o bode expiatório para tudo que há de errado no Brasil. Aposto que muitas dessas pessoas estavam comemorando o título da Copa das Confederações na praia de Copacabana ou no Ibirapuera.



A culpa de todos os problemas e falta de estrutura do país não é da Copa do Mundo. É da corrupção, do mal caráter e da desonestidade presente no dia a dia.

Tomem como exemplo a África do Sul: um país que assim como o Brasil está em desenvolvimento, tem problemas mais difíceis de serem resolvidos, num continente em que a grandessíssima maioria tem muito menos que nós. Quando faltava pouco menos de um mês para o início, os estádios Soccer City e Mbombela ainda não haviam sido testados. Mas nenhum desses aspectos os impediu de fazer uma das copas mais bonitas e animadas dos últimos anos. Um povo que uniu sua pluralidade cultural e mostrou ao mundo toda alegria e receptividade.

Por que o mesmo não pode acontecer no Brasil? Reclamem dos problemas com os governantes. Reclamem nas urnas em Outubro. Deixem de ser marionetes de partidos políticos que só visam denegrir a imagem do Brasil. O momento agora é de união. Não digo para fazermos uma copa “pra gringo ver”, mas já somos tão mal vistos e falados lá fora que essa seria uma oportunidade perfeita pra dizer “Ei mundo, nós também sabemos fazer bem feito”.

É possível SIM torcer para a seleção e celebrar a realização desse evento sem deixar de criticar e questionar os problemas que continuam presentes no cotidiano. Mas desde que o caos não seja instalado enquanto muitos esperam coisas boas de nós, um povo tão alegre e hospitaleiro.

Aos chatos que acham que pichar patrimônios, queimar álbuns e ônibus vão resolver as pendências, parem. Além de não resolver nada, vocês parecem uns idiotas. Não é assim que vocês vão tornar esse país um lugar melhor. Enquanto forem asnos na frente das urnas, os problemas durarão muito além da Copa. Sim, vai ter Copa. Aceitem

Não sabemos o dia de amanhã. Talvez, nunca mais tenhamos a oportunidade de presenciar um evento dessa magnitude bem no nosso país, no quintal da nossa casa. Daqui a uns anos, será que a lembrança que você quer ter é de ser um dos protestantes que "gritava pra surdo ouvir"?


Gostou? Não gostou? Deixe seu comentário.
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20 de abr. de 2014

O esporte perdeu a alma

Morreu Luciano do Valle. Não um narrador. Quem partiu foi um precursor. Deixamos de ser o país só do futebol graças a ele, que não só idealizou o Show do Esporte, na Bandeirantes, como o transformou em sucesso absoluto. Para quem não sabe, o Show do Esporte era uma programação de oito, dez horas, inteirinha só de esportes: futebol italiano, vôlei, basquete, Formula Indy, sinuca (sim, senhor: sinuca), boxe. Luciano do Valle plantou a sementinha que transformou o voleibol em esporte de massa. Ele trouxe e despertou o gosto do brasileiro pela NBA, mesmo havendo um brasileiro, se muito, jogando por lá, e era o pivô Rolando. 

Descobrimos e passamos a gostar do futebol europeu a partir do calccio. O Napoli de Careca e Maradona, o Milan de Gullit, Rikjaard e Marco Van Basten e a alegria de ver que era possível jogar futebol em lugares que não fossem as pocilgas dos estádios do Brasil, como o Giuseppe Meazza (ou San Siro, como queiram), o San Paolo e o Delle Alpi. 

E quando ele formou a seleção de Masters? Que ideia foi aquela! Cafuringa, Rivelino, Edu Bala, Ademar Pantera, Edu, Mario Sérgio, Pelé! Craques que o tempo nos sonegou a possibilidade de ver, como numa máquina do tempo que nos trouxe de volta o brilho de tempos dos quais sentíamos saudade, mesmo sem nunca tê-los vivido. 

A voz que se calou na tarde do estúpido dia 19 de abril (o mesmo em que, 20 anos antes, desaparecia dos campos a arte de Dener) não escapou da arrogância dos censores das redes sociais, que dá voz a bobos cada vez mais bobos. Cada erro cometido numa transmissão virava piada, virava pilhéria, feita por gente sem a menor competência para tentar ter um pouquinho só da importância que teve Luciano do Valle.

Em 1982, ano da mágica Seleção de Telê, Luciano do Valle era o maior locutor esportivo da TV brasileira, uma espécie de Galvão Bueno, mas sem a idiota rejeição que o número um da Globo tem nos dias que correm. Era completo. Era absurdamente completo. 

O esporte, cada vez mais comercial e sem sentido, agora perdeu a alma. Morreu Luciano do Valle. 

3 de abr. de 2014

Lusa x BR 2013: Novo desfecho

Ciente de que a Série A do BR-14 começa no próximo dia 19, a Lusa, que antes parecia conformada com a situação de ter sido punida pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva, vulgo STJD, com a perda de 4 pontos e o consequente rebaixamento à Série B, depois de um "uni-duni-tê sem fim", resolveu na última segunda-feira dia 31 de março, conforme anunciado à imprensa por Ilídio Lico (foto à esquerda), presidente da Lusa, entrar na justiça comum (!) e para surpresa geral da nação, obteve liminar favorável (!!).


Há determinadas situações que ao ingressar na justiça, obtêm-se diretamente a decisão do juiz, sem antes ouvir a outra parte, por causa entre outras coisas da urgência da situação - a Série A do BR-14 começa dia 19 - e principalmente também graças à vergonhosa morosidade da justiça brasileira, onde uma sentença demora no mínimo 5 anos para sair. 

Muito se fala de agremiação esportiva que entra na justiça comum corre risco de desfiliação da FIFA, mas como a Lusa esgotou primeiramente a esfera esportiva para só depois entrar na justiça comum, respeitando os trâmites legais, caso ocorra não será por conta de ingressar na justiça comum. Também vale a pena explicar que a Lusa pediu apenas a devolução dos 4 pontos, que foi concedido pelo juiz, não o rebaixamento de Fluminense ou Flamengo e muito menos a permanência na Série A, obrigando o campeonato a ter 21 clubes.

Vale explicar também que essa liminar não é definitiva e caso surjam fatos novos e relevantes para a causa, pode ser cassada ou derrubada e por conta disso, poderemos ter novos e vários desfechos do mesmo assunto, assim como também vale lembrar que no começo do ano, o Fluminense, "rebaixado que não caiu", ingressou na Justiça do Rio de Janeiro para que fosse mantido na Série A, ou seja: como as 2 decisões são conflitantes, ou a CBF cumpre a decisão judicial de São Paulo e devolve os pontos à Lusa e assim anula o rebaixamento, ou cumpre a do Rio de Janeiro que determinou a permanência do Fluminense na Série A e que também é de se esperar que o Flamengo não fique quieto, entre na justiça comum e consiga a sua liminar também.


Antes advogado da CBF contra a Lusa e que conseguiu derrubar todas as liminares conseguidas anteriormente que mantinham a Lusa na Série A, Carlos Miguel Aidar (foto),  candidato da situação à presidência do São Paulo, anunciou esta semana que não continuará advogado da CBF contra a Lusa, valendo lembrar que ele ainda advoga para a CBF no caso do Vasco. O que o fez mudar de ideia? "Consciência pesada" de não ter mais o apoio da Lusa, caso seja eleito, já que o próprio presidente da Lusa, afirmou no começo do ano, que se Aidar ganhasse a eleição, cortará todo tipo de relação com o São Paulo, por se dar bem com a atual diretoria e também com a oposição? Melhor nem ficar sabendo...

16 de jan. de 2014

Dúvidas e mais dúvidas: Mercado da Bola no Rio de Janeiro.


A temporada regular do futebol brasileiro para os grandes cariocas começa neste fim de semana, com os estaduais. Após um curto período de pré-temporada o Cariocão 2014 é encarado por muitos como sequência da pré-temporada, onde os times farão mais alguns ajustes para os maiores desafios da temporada.

Neste meio tempo de férias e pré-temporada, o que mais chamou a atenção foram os bastidores dos clubes que estiveram bem movimentados. Chegadas e saídas, especulações e cavadas foram e são comuns nesse período. Alguns dizem que reforços estão chegando para os clubes. Muitas opiniões são dadas a respeito das contratações dos grandes... A maioria dos nomes que estão chegando aos times do Rio não vem em alta, como se diz no futebol. Alguns são até jogadores que foram rejeitados em seus antigos clubes. Até pelo momento financeiro vivido no país, os clubes tem apostado em soluções baratas para suprir as várias carências de seus elencos.

O campeão da copa do Brasil 2013 começou 2014 anunciando um velho conhecido da torcida: O meia Everton volta ao clube após boa temporada pelo Atlético-Pr. O jogador foi campeão brasileiro pelo clube. Ele chega para compor o combalido setor de criação do meio de campo rubro-negro. Além dele, o volante Feijão chega ao time emprestado pelo Bahia, que em troca recebeu o atacante Rafinha. O mais recente reforço do mais querido é  Lucas Mugni, de 22 anos que vem do Colón Santa Fé-ARG .

Alguns nomes mais conhecidos do grande público também chegaram. São os casos de Elano, ex-Grêmio, e Alecsandro que rescindiu com o galo. Ambos saem de seus antigos clubes em baixa, como reservas, mas já tiveram passagens destacadas e podem render algo a mais na Gávea. As despedidas ficam por conta de Adryan, que foi jogar na Itália, Marcelo Moreno, devolvido ao Grêmio e a maior baixa: Elias. Os portugueses do Sporting-POR não chegaram a um acordo com o time rubro-negro e até aqui ele deixa o Rio de Janeiro.

Rebaixado no campo e em meio à polêmica com a Portuguesa e o STJD, o Fluminense parece não estar interessado a gastar mais dinheiro na janela de verão. Desde o fim da temporada passada o meia Dario Conca estava acertado com tricolor. O meia que praticamente carregou o time nas costas na campanha do título brasileiro de 2010, está de volta. Walter, sensação do Goiás na temporada passada, chega para o ataque. Talvez seja a solução para as ausências de Fred, que vive ás turras com lesões. Chiquinho, meia ex-Ponte Preta também foi apresentado. Além deles, outro velho conhecido da torcida também está de volta ao comando do time: Renato Gaúcho. O treinador comandará pela quinta vez o Fluminense e já terá um grande desafio pela frente: manter o time tranquilo, pois devido aos episódios no tapetão o time será muito visado em campo. Mas o setor mais criticado do time, a defesa, ainda não viu nenhuma contratação. E pelo visto, nem verá!

O Gigante da Colina mais uma vez passa por uma grande reformulação. Mais uma vez rebaixado, a segunda vez em cinco anos, o time procura alternativas no mercado e vai montando seu elenco para a disputa da temporada. Dos jogadores que chegaram a São Januário podemos chamar de reforços o goleiro Martín Silva. O arqueiro defendeu o Olímpia-PAR na última temporada. Além de ter jogada a Libertadores, atuou diversas vezes com a seleção uruguaia. Com ele vieram o volante Aranda, o zagueiro Rodrigo, os laterais André Rocha, Marlon e Diego Renan e o atacante Everton Costa. Todos trazidos por Rodrigo Caetano que também regressou ao clube nesta temporada.

Depois de 18 anos o Botafogo está de volta a Copa Libertadores. Tendo este panorama a frente o time de general Severiano foi ás compras no mercado da bola. Mas qualquer jogador que chegue não suprirá a grande perda do time da estrela solitária: o holandês Seedorf pendurou as chuteiras e se foi para Milão, comandar da área técnica do time rubro-negro. Junto com seu camisa 10, o alvinegro perdeu Oswaldo de Oliveira, para o Santos. Para compor a equipe chegaram 3 volantes: Rodrigo Souto, Hygor , Bolatti e Airton, os laterais Anderson e Alex. Para o ataque Ferreyra El Tanque foi contratado. E para comandar o elenco Eduardo Hungaro, auxiliar na temporada passada foi efetivado.


Mais uma vez os times do Rio começam com muitas novidades. Algumas chegam sim como reforços. Jogadores que chegam com status de titular e que solucionaram os problemas do time. Mas em sua maioria, os jogadores que chegam a cidade maravilhosa chegam como dúvidas. Pontos de interrogação. Será que ele justificará a aposta ou será esquecido no elenco? Dúvidas e mais dúvidas que começaram a ser solucionadas a partir desse fim de semana, quando esse pontos de interrogação entrarem em campo.

6 de dez. de 2013

FAÇA O QUE EU DIGO, NÃO FAÇA O QUE EU FAÇO [PARTE 2/3]


 Olá, boleiros! Após falarmos dos times mineiros e gaúchos na primeira parte do texto,  vamos dar seqüência a nossa série de textos. Hoje nosso foco está nos times da Terra da Garoa. Alô São Paulo!

O Corinthians é o primeiro paulista a ser comentado. 2013 foi um ano com muitos altos e baixos. O timão começou o ano ganhando o estadual, dando a impressão que repetiria o sucesso da temporada passada. Na Libertadores foi eliminado pelo Boca Juniors em pleno Pacaembu nas oitavas, dando adeus pro possível Bi-campeonato. Os comandados de Tite ganharam a Recopa Sul Americana sem maiores dificuldades sobre o São Paulo que vivia um inferno astral. No Brasileiro, deixou a desejar. Teve o segundo pior ataque da competição (perdendo apenas para o lanterna Naútico). Após uma série de empates, Tite foi covardemente mandado embora e o Timão e terminou o ano no meio da tabela. Renovação de elenco e mais compromisso é tudo o que o time precisa para 2014. Nota 8(por ter ganho dois campeonatos esse ano).


O fato mais marcante no ano do Santos foi a venda de Neymar. Sem vaga na Libertadores,  vice estadual, o time da baixada teve um ano “sem sal”. Com um elenco nada competitivo, não foi longe na Copa do Brasil e não almejou vôos mais altos no campeonato nacional. Alguns colocam a culpa no inexperiente técnico Claudinei Oliveira. Ele não teve muita culpa. Fez o que estava ao seu alcance com o material humano que tinha a seu dispor. A diretoria precisa abrir o olho e contratar. Ou 2014 será um ano pra lutar contra o rebaixamento. Nota 6 para o ano sem graça do Santos.

Falando em luta contra o rebaixamento, esse é o único motivo de alegria para o São Paulo. Ou não. O ano do Tricolor foi pífio. Perdeu o craque Lucas e não repôs a  venda nas contratações. Parece que todo o dinheiro da venda do garoto foi, na verdade, para a compra de caixas de whisky para o presidente Juvenal Juvêncio.  Fracasso no estadual, Libertadores, Recopa, Copa Audi, Copa Suruga, Sul Americana e Brasileiro. O time teve a pior seqüência negativa de sua história: 14 jogos sem vencer (contando com os amistosos). Ney Franco e Paulo Autuori colaboraram para o ano fracassado. O tricolor correu sério risco de rebaixamento até a chegada de Muricy Ramalho, que conseguiu mudar o espírito do time e livra-lo do fantasma da série B. Um ano pra esquecer. Ganhou apenas 1 dos 7 campeonatos disputados. Poderia ter sido pior. Graças ao planejamento (ou falta dele), o Tricolor não merece uma nota maior que 5.

O ano do Palmeiras foi dentro do esperado. O time poderia terminar a temporada no Marrocos disputando o Mundial de clubes, mas a realidade da temporada era a Série B. 2013 era para  ser o ano da base. Mas Gilson Kleina não soube fazer isso. A maior mudança foi testar vários reservas em campo ao mesmo tempo, e comprovar que não tem nada além de um time titular. O qual, se comandado por alguém melhor, poderia ter conquistado mais do que a obrigação do acesso. Na Libertadores, Bruno “entregou” a classificação. Em 2014, o Palmeiras desafia duas sinas do futebol: a temporada boa do grande que acabou de subir X a maldição do Centenário. E isso torna o ano mais imprevisível possível. Nota 6 para o Palestra, que esse ano não fez mais que sua obrigação.

A Lusa fez o feijão com arroz e se manteve na Série A. Ninguém esperava nada além disso. Nota 5.
A Ponte Preta passou vergonha no Brasileiro, mas pode garantir um título inédito com a conquista da Sul Americana. Ninguém esperava que a Macaca fosse ser o único paulista com chances de chegar à Libertadores 2014. Talvez a nota mais difícil de ser dada, graças ao Yin-Yang no qual se encontra. Nota 3 pelo Brasileiro e nota 10 pela competição continental.

Então, galera. O que acharam dessa segunda parte? Concordam ou discordam? Deixe seu comentário!


Agradeço a ajuda dos amigos Andrey Mattos e Kaique Pedaes que colaboraram na criação desse texto.Em breve, a parte final com os times cariocas. Aguardem.

Texto de: Juan Oliveira. 
Revisado por: Andrey Mattos 

6 de nov. de 2013

O Curioso caso de Vanderlei Luxemburgo


Vanderlei Luxemburgo da Silva. Seu início como treinador ocorreu no Campo Grande, do Rio de Janeiro, em 1983. Desde seu surgimento, mostrava competência em administrar o elenco e toda sua qualidade técnica e tática. Teve sua grande fase no final dos anos 90, inicio dos anos 2000. Ganhou vários títulos como: Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e diversos estaduais. Tantos títulos e glórias o levaram para a seleção brasileira. Após deixar o cargo, rodou por mais alguns times importantes do Brasil. Logo em seguida, o poderoso Real Madrid o convidou para dirigir seu milionário elenco. Mesmo sendo uma passagem que durou menos de uma temporada, o técnico volta ao Brasil, ainda mais prestigiado.

Luxa, como é conhecido pelos boleiros, é um dos maiores campeões do brasileirão com 4 conquistas sendo a última em 2003. Seu último título foi o campeonato paulista de 2008 com o time do Palmeiras. E desde então as coisas mudaram...

Vanderlei Luxemburgo continuou a treinar grandes equipes do nosso futebol: Atlético Mineiro, Flamengo, Santos... Mas em nenhuma delas conseguiu desempenhar um grande trabalho. O treinador continuou irredutível em sua forma de trabalho: altos valores investidos tanto em contratações para o elenco, quanto na comissão técnica continuaram a ser a marca do treinador. Antes esses gastos eram mascarados pelos títulos, dando uma impressão de “elas por elas”. Mas em sua atual (má) fase, isso não acontece. O grande exemplo disso foi sua passagem recente pelo Grêmio. Nomes de peso e caros foram indicados para a diretoria gremista, que na medida do possível atendeu aos desejos do comandante. Resultado: eliminação precoce nas oitavas de final para o até então desconhecido Independiente Santa Fé.

Após seu fracasso com o time gaúcho, Luxa tira alguns meses de férias. Fato que não demorou a mudar, pois no Rio de Janeiro, Abel Braga acaba demitido pelo Fluminense. Vanderlei volta a estar empregado em um grande time. Além da situação do time na tabela, o professor teria de lidar com a rejeição de boa parte da torcida do tricolor carioca, devido a seu passado rubro-negro. Para voltar a vencer, Luxa volta às origens, e começa a usar a base do tricolor carioca para suprir as carências do time. Num primeiro momento, a técnica adotada funciona: o Fluminense chega a ter uma série positiva de 7 jogos sem derrota.

Cenário que mudaria na 25° rodada do nacional no empate no clássico com o Botafogo. Daí em diante são oito jogos sem saber o que é vitória. Após a derrota para o Vitória-BA em casa, pela 31º rodada, o técnico viveu uma situação atípica em toda a sua carreira: passou a semana toda na corda bamba se ficaria empregado ou não até o Fla-Flu da 32º rodada. Várias reuniões foram feitas. Luxa chegou a cair, voltou ao cargo ainda na mesma semana, cairia e voltaria ao cargo. O time tricolor perde por 1x0 o duelo contra o Flamengo. Mesmo com a derrota, Vanderlei é mantido no cargo graças ao presidente da patrocinadora do clube das laranjeiras.

Com seu inicio de carreira vitorioso, Luxemburgo estava em outro patamar. Ele decidia onde trabalhar, ele decidia quando entrar, quando sair, quem contratar, que tamanho sua comissão técnica teria. Ele praticamente mandava nos clubes por onde passava. A maior estrela da companhia sempre era ele. Agora já experiente, Luxa luta para vencer alguns jogos e livrar o tricolor das laranjeiras do fantasma do rebaixamento. Além de tentar conseguir esticar um pouco mais sua permanência no Fluminense, “garantida” apenas até o fim de dezembro. Cenário que caracteriza bem o curioso caso de Vanderlei Luxemburgo.

16 de out. de 2013

Brazileirão com Z de zoeira

Olá, boleiros! O que dizer desse Brasileirão 2013, hein? Tá mais zoado que estagiário em festa de fim de ano. É Cruzeiro rolo compressor, Náutico indo à pique, cavalo paraguaio, empaTite...
Por exemplo: o que dizer desse Walter? O verdadeiro garoto propaganda da Friboi (Tony Ramos que me desculpe) vem jogando muito! É a alegria da torcida, das churrascarias... Apesar do fraco time, o Goiás vem fazendo um campeonato razoável tendo o gordinho como destaque.
Um que anda meio capenga é o Corinthians. O time dos empates não sabe se frequenta o G4 ou flertar com a parte de baixo da tabela. Se 0x0 valessem Libertadores, o time do empaTite estaria feito.  Faltou ambição para o atual campeão do mundo, que parece estar sem objetivo na competição.
Feliz está o ex-corinthiano Willian, agora no Cruzeiro. O time de Minas já está com uma mão na taça, para a tristeza dos botafoguenses que ainda correm atrás. Como um rolo compressor, a raposa vem passando por cima de tudo e de todos (a surpreendente derrota para o São Paulo e para o Atlético-MG não representam perigo). Marcelo Oliveira tem um elenco nos “padrões Fifa de qualidade”.
Atlético-PR vem surpreendendo. O Furacão subiu da série B esse ano, optou por disputar o estadual com time sub-23 e vem cheio de fôlego na reta final. Destaque para Éderson, o artilheiro do campeonato e ao imortal Paulo Baier. Com um elenco menos badalado, o rubro negro vem fazendo um excelente campeonato (Libertadores é uma realidade).
Situação inversa viver o Inter. O time tem, em minha opinião, o 2° melhor elenco do BR (atrás apenas do Cruzeiro) e não consegue engrenar vitórias convincentes. Se não fosse a fraca campanha dos outros times, o Colorado não estaria a onde está. Assim como o rival Grêmio.
Vasco e São Paulo fazem talvez o melhor duelo da competição. Ambos estão à todo custo tentando sair da situação incomoda que é estar ameaçado.  O Coxa (coitado do craque Alex) que se cuide! A diferença do 5° colocado para o 17° são de apenas 7 pontos. Nada está definido.
Ainda nos restam 11 rodadas de bola na rede e muitas coisas podem acontecer até lá. Só existem duas certezas nessa zoeira toda: Cruzeiro e Náutico. Um vai à glória, outro às trevas.
Achou que esse texto foi um gol de placa ou um pênalti mal marcado? Deixe seu comentário e nos ajude a melhorar.
Um texto escrito por Juan Oliveira ao final da 28ª rodada.
Twitter: @Juan_Olv

2 de out. de 2013

Brasileirão – E se fosse assim: Dança das cadeiras na área técnica.

Uma questão cultural. No Brasil, se algo dá errado dentro das quatro linhas, as primeiras cabeças a serem cortadas são da comissão técnica. Mais especificamente a do treinador. E essa constatação não é de hoje. De 2003 até 2012, somente em times da Série A, foram nada mais, nada menos, que 288 trocas! Isso mesmo amigos, 288!

O número assusta, é verdade. Mas desde 2003 esse número vem diminuindo. No primeiro campeonato por pontos corridos foram feitas 41 trocas, enquanto que no campeonato passado tivemos 18 trocas. Ao que parece, o “Brasileirão 2013” deve ultrapassar o número do ano passado. Até a 24º rodada, durante a qual esse texto foi escrito, já foram efetuadas 17 trocas de treinador. Estes números dão a entender que até a 38º rodada mais treinadores irão cair. A média de permanência de um treinador em um clube de ponta do brasileirão é de 1 ano e 3 meses. Número elevado graças às seqüências de Muricy no São Paulo e Tite no Corinthians.

Alguns treinadores são figurinhas bem repetidas quando a história é troca de técnico. Vanderlei Luxemburgo, por exemplo, de 2003 a 2013 já passou por 8 clubes diferentes da série A. Somente no Santos o treinador tem 3 passagens no período. Emerson Leão é outro técnico bem rodado no futebol brasileiro, 10 clubes diferentes foram treinados pelo ex-goleiro no período de 2003 a 2013, sem contar suas passagens pelo Japão e Emirados Árabes. Finalizando o jovem treinador Adilson Batista passou por 8 clubes da série A, sendo seu trabalho mais duradouro no Cruzeiro, de 2008 à 2010.

Na Europa, até o fim da temporada 2011-2012, o cenário chega a ser utópico, se comparado ao brasileiro. Alex Ferguson ficou a frente do Manchester United por 26 anos. Outro grande exemplo da longevidade européia é Arsene Wenger. O francês está no comando do Arsenal há 16 anos e 10 meses. Já David Moyes comandou o Everton por longos 11 anos. Saindo um pouco da terra da rainha e indo para a Alemanha, temos Jurgen Klopp a frente do Borussia Dortmund há 5 anos. Mas, no fim da temporada 2012-2013, a Europa “brazilizou”. Seja por aposentadoria, troca, ou demissão o velho mundo viu 11 alterações de treinadores. Nomes como José Mourinho, Pep Guardiola, Carlo Ancelotti e Rafa Benítez mudaram de ares.

Mas voltando às terras tupiniquins, uma pergunta é frequentemente feita: Há alguma forma de se evitar a troca de técnico no meio da competição? Sim, ela existe e se chama PLANEJAMENTO. Cartolas trocam de técnico, pelas mais variadas desculpas, e resultados. Mas ao demitir um treinador com menos de dois meses de trabalho é admitir que contratou errado. Se no inicio da temporada, comissão técnica e diretoria sentassem para planejar o ano, definissem os reforços, e calculassem os riscos, muitas das trocas não seriam feitas. Um “mapa” seria traçado para ser seguido por dirigentes e treinadores. Mas o que vemos é que há uma grande falta de ética no meio. Dirigentes especulando treinadores para temporada seguinte, tendo um empregado. “Professores” desempregados cavando vaga em clubes em má fase... Um festival de horrores, que todos os dias acontecem e vemos como normal. Não é certo dirigentes prejudicar seus clubes, demitindo dois a três técnicos por temporada, matando qualquer planejamento que possa existir. 

30 de set. de 2013

Brasileirão – E se fosse assim: Presença da torcida.



É fato que desde 2000 o público brasileiro não lota seus estádios. Um dado alarmente é que desde a virada do século, nenhum brasileirão atingiu a média de 20 mil pessoas. Vários fatores colaboram para essa debandada da torcida: falta de atrações além dos jogos, violência no entorno das arenas, maior acesso ao pay per view, etc... entre tantas outras. Um dos maiores culpados desse afastamento são os próprios clubes, que não fazem esforço algum para que isso mude.

Estádio lotado: cena comum
no Old Trafford
A comparação é inevitável. Nossas emissoras esportivas exibem jogos e mais jogos internacionais, com casas lotadas, ações antes durante e depois das partidas. Segundo o site futdados.com o Brasileirão de 2012 teve média de público de 13.013 pessoas por jogo. Em anos anteriores a variação dos números foram bem baixas, tendo médias  piores ou pouco superiores a essa de 2012. O ano de 2009, cujo o campeão foi o Flamengo, foi o de melhor média desde o lançamento do sistema de disputa por pontos corridos. A disputa contou com 17.807 de média. Enquanto comemoramos esse números cá, na terra da rainha as coisas são MUITO diferentes. Na temporada 2012/2013 a premier league teve 35.921, sendo o Manchester United o recordista de público com 75,5 mil de média no Old Trafford.


1- Segurança e Organização. Essa é a palavra chave para que a nossa liga comece a se aproximar dos grandes eventos futebolísticos que acontecem na Inglaterra, Alemanha, Espanha. Com a copa do mundo, nossos estádios(14 deles pelo menos) não deverão em nada a um Old Trafford ou a um Santiago Bernabeu, por exemplo. Mas como lota-lo? Sem segurança, as famílias deixam de ir ao estádios. País e mães não levaram seus filhos a lugares que não tenham segurança. Uma política rígida e eficiente é necessária para que isso funcione. Além de poder chegar com seu carro e estacionar, sem problemas, sem medo de ser roubado.

2- Evento. Entender que o espetáculo do futebol consiste em: antes, durante e depois da partida. Atrações nos estádios, preços justos e acessíveis ao público. Para o torcedor o futebol é lazer. Fazer com que os torcedores fiquem mais, consumam mais para ajudar a manter o clube.

O brasileiro gosta de futebol. Ama. Respira e interage com o esporte de uma forma ímpar que não se vê em muitos lugares do mundo. Temos que aproveitar essa tarimba de “país do futebol”.

25 de set. de 2013

Brasileirão: E se fosse assim – Transmissão dos jogos.

Chamado de “o campeonato mais difícil do mundo”, o brasileirão, conta hoje com grandes jogadores, grandes técnicos, e uma vasta cobertura feita pelos veículos de imprensa. O campeonato é transmitido tanto para tv aberta, quanto para fechada, e atualmente quem dá as cartas sobre os direitos de transmissão é a TV Globo.
Mesmo com todos esses canais de transmissão, o nosso campeonato ainda engatinha na questão da internacionalização. Coisa bem diferente do que faz a Premier League(Campeonato Inglês). A Disputa da terra da rainha é exibida para mais de duzentos países em todo o mundo. Com essa exposição massiva, o torneio conseguiu 70% de aumento nos direitos de TV com seus patrocinadores.
Para se chegar próximo ao nível atingido pela Premier League, o nacional brasileiro teria de passar por algumas mudanças para atrair o público estrangeiro, nosso calendário para lá de inchado é um dos maiores, se não o maior, dos nossos problemas. Grande exemplo disso foi o calendário divulgado pela CBF para a temporada 2014, onde os atletas não teriam um mês de férias. Outro ponto para se organizar é que os jogos sejam espalhados de maneira racional, não apenas porque a transmissora acha que o jogo tem que ser na quarta à noite, e não no sábado, como inicialmente programado.
Um teste vem sendo feito desde o inicio de 2013, quando a TV italiana RAI está comprou o direito de transmissão dos  jogos do futebol brasileiro para seu canal de esportes por assinatura, a Rai Sport 1.  Desde abril, três jogos são transmitidos por semana. Antes, somente os canais da Globo Internacional transmitiam os jogos que acontecem por aqui.

O dinheiro dos clubes aumentou, até pelos nomes que por aqui agora estão circulando. O aumento do valor dos direitos de TV mostra o quão poderosos nossos clubes também são. E são justamente esses direitos que podem aumentar com a internacionalização. Mas para que isso aconteça, será preciso se organizar. Será preciso o futebol brasileiro falar uma língua só, para estar presentes em países de outras línguas.

22 de jul. de 2013

Saldão do Brasileirão


Alô freguês, alô freguesa! 

Se seu time necessita de reforços, nosso saldão pode ajudar. Alguns times do campeonato brasileiro estão com alguns nomes encostados em seus elencos, que cairiam como ma luva em outros times mais necessitados na disputa. Nomes que já tiveram grande destaque no mercado, e que hoje figuram no banco de reservas, ou nem isso, poderiam voltar a brilhar se trocassem de camisa na disputa.

Talvez quem caracterize melhor esse perfil é o meia argentino Dátolo. Contratado pelo Inter junto ao Espanyol o meia não conseguiu se destacar. Tanto com Dorival Junior, quanto com Dunga. O argentino deverá sair do clube gaúcho pelo alto número de estrangeiros que tem a equipe devido a chegada de Scocco. Sendo assim, Dátolo estaria livre para negociar com outros times. Por sua qualidade técnica, ele cairia como uma luva em times como Vasco e Botafogo que precisam de um jogador com essas características.

Também vindo do Rio Grande do Sul, temos o zagueiro Cris. O xerife que falhou algumas vezes, não agrada a torcida do tricolor gaúcho. Vindo a peso de ouro, o zagueiro pode ser dispensado do tricolor, o que facilitaria para que outros clubes o contratassem. Flamengo, Palmeiras, Santos e Cruzeiro seriam destinos onde o jogador poderia ser titular. No clube mineiro por exemplo Cris tem um bonito passado e conta com a aprovação da maioria dos torcedores.

Chicão roeu osso no Corinthinas pela série-b, comeu a carne sendo campeão da Libertadores e do mundial. Hoje ele amarga a reserva, e as vezes nem isso. Por este motivo o ex-capitão do timão pode respirar novos ares. Sem um empresário, o clube que possivelmente estiver interessado em contar com o futebol do zagueiro deve tratar com o próprio.
Mesmo não sendo jovem, o jogador cairia muito bem em times como a Portuguesa, Goiás, Criciúma onde agregaria experiência e qualidade.

Saindo da zaga e indo para o ataque, Bruno Mendes aparece em nossa lista. O jovem artilheiro brilhou no fim do campeonato brasileiro do ano passado. Mas um imbróglio entre o alvinegro e o Guarani de Campinas o tirou do time por algum tempo. Depois de resolvido os problemas, nunca mais foi o mesmo. Bruno, alterna participações no banco e nem ser escalado. O ex-camisa 7 do Bota poderia ser útil no Bahia ou Atlético-Pr, por exemplo onde os centroavantes vem sendo muito contestados. 

Alguns “senhores” também encostados ou sem clube estão no mercado. Exemplos de Fábio Aurélio, Alex Silva, Renato Abreu, Marcos Assunção e o meia Felipe são alguns nomes que podem fazer parte de um pacotão de reforços para as equipes da série-a.

Com a janela de transferências internacionais fechada, vamos aguardar o que mercado da bola nos reserva. No mais é isso freguesia!

19 de dez. de 2012

Resumo de 2012

O ano de 2012 revelou surpresas para o futebol brasileiro.
Começou com os mornos estaduais, que exceções feitas a Fluminense, (que levou o Carioca 2012 e deslanchou rumo ao 4º título brasileiro) e Corinthians (eliminado pela Ponte Preta nas quartas de final do Paulistão em jogo que determinou a troca de titularidade de seus goleiros - Júlio César, questionado, foi substituído por Cássio, que se agigantou sob as traves, conquistou a Fiel, a América e o Mundo) os demais não serviram de nada além de uma simbólica taça nos memoriais Brasil afora.

A Copa do Brasil teve o Palmeiras como campeão, com o Coritiba amargando mais um vice e São Paulo e Grêmio (até então favoritos) ficaram nas semi-finais. Torneio perigoso, que pode ludibriar times, já que dá uma vaga direta na Libertadores (prêmio equivocado, na minha opinião) e por isso acomoda elencos, como ocorreu com o Palmeiras, rebaixado para a Série B.

A Libertadores foi erguida pela 1ª vez pelo Corinthians que deu seu grito de independência na América, título justíssimo, sem ressalvas a um time que soube como poucos jogar a competição. Fruto de um planejamento bem feito, que teve início ainda em 2010.

Tivemos o Santos levando a importante Recopa, disputada contra o campeão da Sul Americana 2011, a Universidad de Chile. Torneio de prestígio, título internacional.

O Campeonato Brasileiro poderia ter tido mais brilho, não fosse o despertar tardio de alguns times, como São Paulo, Corinthians e Grêmio. O Fluminense sobrou. Foi campeão com méritos. Fred jogando muito, Diego Cavallieri fazendo defesas incríveis, Deco mesmo fora de alguns jogos foi fundamental e Abel Braga comandando o time com  extrema competência.

A Copa Sul Americana foi o prêmio de uma reestruturação técnica e tática quase que tardia do São Paulo, que encontrou em Ney Franco o treinador ideal. Ele deu padrão de jogo ao time, levantou a moral de alguns jogadores e criou um ambiente de equipe que há muito não se via no clube, que voltou a conquistar um título internacional após 7 anos.

Por fim, o Corinthians coroou seu ano com o Mundial de Clubes diante do bilionário Chelsea.
O time sem estrelas, mas com uma armação tática e vontade impressionantes, bateu os ingleses e foi ao topo do Mundo.

2012 trouxe ao Brasil mais títulos internacionais:
A Libertadores e Mundial com o Corinthians.
A Copa Sul Americana com o São Paulo.
A Recopa com o Santos.

2012 foi assim, e 2013 tende a ser ainda melhor.
Por aqui ainda teremos a Copa das Confederações, que em meio a tanta coisa, pode fazer ressurgir a seleção, agora sob o comando de Felipão, despertando talvez o interesse do torcedor que há muito anda tão distante da seleção brasileira.
A Libertadores deverá ser uma das mais disputadas da história.Grandes equipes, grandes clubes. Do tamanho que uma Libertadores merece.
O Brasileirão continuará fortíssimo, o mais disputado de todos os campeonatos nacionais e voltará a ter um Ba-Vi.
Que 2012 sirva de exemplo e lição para muitos torcedores.
Que os Tricolores cariocas não se iludam com a conquista nacional e entendam que a nova obsessão (Libertadores) é um campeonato MUITO diferente e requer mais que talento.
Que os Tricolores paulistas continuem apoiando o time como apoiaram na Sul Americana pois o estádio sempre cheio gera frutos.
Que o Santos entenda que Neymar sozinho não faz verão.
Que Flamengo, Vasco e Botafogo se espelhem no Flu.
Que o Cruzeiro não viva só de Montillo.
Que o Atlético MG repense os erros para não morrer na praia, aliás, como não há praias em Minas, pode se dizer que nem a ela chegaram.
Que Grêmio e Inter continuem suas boas gestões administrativas, fazendo sempre bons campeonatos.
Que os torcedores do Corinthians comemorem 2012 com a paixão aliada a razão, sabendo que agora a imagem do clube é outra. É Campeão da Libertadores e Bi-Mundial. Entraram de vez para um seleto grupo de clubes que marcaram história no futebol Mundial. Deixaram de ser motivo de piada dos rivais...deixando isso para o Palmeiras, que com sua segunda queda, lotou o Pacaembú para a despedida de "São Marcos". Que façam o mesmo na série B, pois não é feio cair.

Feio é fazer de uma Seleção Brasileira repleta de craques uma mera coadjuvante defensiva, sem brilho, que perde de maneira tola e sem luta uma medalha olímpica para o modesto México sub-23.
Feio é se recusar a jogar o segundo tempo de uma final, após passar um jogo e meio dando pancadas.
Feio é chegar ao Japão com a "soberba européia" e cair diante de um time que prima pela aplicação tática e a garra acima de tudo.

10 de mai. de 2012

Cada um tem o que merece! Copa do Brasil e Libertadores...




Um hello para vocês aí torcedores. Estão se definindo as principais(?) competições do primeiro semestre na América do Sul. Ontem muita gente chorando, comemorando... mas a verdade é que cada um tem o que merece! Vamos entender, crianças:

Copa do Brasil: 

Ahhh que fofa a “mais brasileira das copas” “mais democrática” está chegando nos finalmente, onde realmente aparece alguma coisa interessante. Isso por que os times ruins já saíram, não eu nem mandei indiretas para Atlético-Mg, Cruzeiro, Botafogo... Ahh e já estamos no aguardo por São Paulo e Portuguesa... Isso por que são times, digamos, modestos e que vão certamente fazer a alegria dos rivais!
Aos que ficam, e não são tão bons assim, estou esperando só o momento certo para trollar com vocês, ou os amigos acham que Bahia, Coritiba e Palmeiras irão durar muito??

Copa Libertadores

Não vou zuar o flamengo, por que zuar com bêbado e sem time é covardia! Vamos então falar das possibilidades. Tem uma galera aí achando, galera que usa maquiagem e salto alto, que vai passar de fase e enfrentar o boca. Uhum vai nessa mocinha! De hoje não passa. Já o timão conseguiu vencer o Émeleca... grandes coisas... não passa de um Mogi de azul. Já na próxima fase vai pegar o vasco, e como não é final, e não há a possibilidade de ser vice, os “sem libertadores” devem sair. Falando no eterno vice, quero dizer Vasco, que sufoco para passar do time do terceiro escalão da argentina eim... nossa senhora!
Já o time da Calopsita Coreana(Neymar), o Santos tem que vencer o Bolívar... poxa e os cara vão jogar desfalcados, o tal de altitude não vai jogar... Merece, merece perder mesmo esse time do país do gás!
Bom é isso para hoje, se não agüenta bebe leite, e eu to p... mesmo por que o Cruzeiro foi eliminado, e eu tive que zuar! Ahhh valeu!

30 de abr. de 2012

Os estaduais ainda não acabaram??




E aí torcida brasileira, tudo certo? Sério de ontem para hoje ainda ouvi falar em estaduais? Sério que ainda não acabou e o tema de mais uma coluna é isso??? To de saco cheio, pelo amor viu... mas como diz a músca, ou qualquer outra coisa que eu tenha ouvido por aí, são ossos do orifício, quero dizer, oficio!

No Rio de Janeiro mais uma vez.... o Botafogo foi campeão! Loco Abreu fez dois gols, e pasmem nenhum de cabeça! No rio a formula é genial agora que o Bota venceu o ... (ahh vocês querem mesmo que eu zoe mesmo o Vasco, esse pobre clube??? Tudo bem...) Vice da Gama, que mais uma vez no ano foi Vice, pega a galera que usa abada e em dois jogos, que provavelmente serão um porre!

Em São Paulo o campeonato só termina em dezembro, por que  NossaSenhoraDaAparecidadoNorte! Em Campinas o Guarani venceu a Ponte, freguesia mais que corriqueira na cidade com mais gays por metro quadrado!  Já no Morumbi, Neymar, acabou com tudo! O muleque fez três gols, deu 5 dribles seguidos no Pires e pediu o Chá!(Meu que piadinha de m...) Então em dois jogos, que parecem eternos, termos Santos(Campeão) contra o Guarani.

Em Minas, as mocinhas de saias azuis tiveram dó do Coelho. Também, trabalhou tanto na páscoa, faz cem anos de humor na tv brasileira, que os Smurfs resolveram deixar o América passar! E Acabou, como disse o Alessandro! Já o Galo, passou pela seqüência: Sangue, Suor e Lágrimas para passar pelo Tupi! E Então em Minas Gerais teremos os pequenos na final...

Bom cambada é isso aí, não zuei o Barcelona, mas fiz o texto, não zuei o Real Madrid mas fiz o texto. E olha, o que vai pro ar é o dos estaduais! Vai, pode me chamar de otário, que aceitarei numa boa!

13 de abr. de 2012

Bailão da Libertadores: Tem gente na próxima festa e Barrados no Baile!




Salve salve amigos do Blog das torcidas! Sexta-feira 13 dia de Futebolísse claro! Vamos então falar da Libertadores da América, esse bailão que ta rolando por aí! Sinbora...


O Vasco conseguiu pulseirinha para a próxima fase da festa! Ta foi pulseirinha de vice no grupo, mas ta valendo! O time ainda não sabe seu adversário na próxima rodada da dança da vassoura mas sabe que se for vice mais uma vez ta fora!

Muito me estranha o Corinthians ainda estar na festa... eles sempre dão um jeito de sair, não curtem muito esse tipo de balada! Mas enfim eles estão também com a pulseira e vamos ver até quando eles vão agüentar!

Santos e Inter ainda precisam passar pelo baile final nesse primeira fase, mas parecem que vão ganhar também o direito de usufruir da próxima festinha! Tudo bem que quem faz 100 anos, como o Santos, tem a probabilidade de sair mais cedo, sabemos que velhos não gostam de barulho, não enxergam e são chatos! Então é muito provável que não permaneça muuuuito tempo também!

Os tricolores todos enfeitadinhos estão dando pulinhos de alegria por já estarem no próximo baile! Tudo bem que na ultima rodada o salto quebrou, a maquiagem borrou, mas vida que segue né não mocinhas??  

E a galera da cota para pobres eim?? Sempre fazendo vergonha! Fizeram questão de fazer confusão, brigaram, cuspiram no ponche... e foram expulsos do baile! E de uma forma dramática e cômica! Mas enfim não cabe a nós falarmos disso...