O Corinthians é o primeiro paulista a ser comentado. 2013
foi um ano com muitos altos e baixos. O timão começou o ano ganhando o
estadual, dando a impressão que repetiria o sucesso da temporada passada. Na
Libertadores foi eliminado pelo Boca Juniors em pleno Pacaembu nas
oitavas, dando adeus pro possível Bi-campeonato. Os comandados de Tite ganharam
a Recopa Sul Americana sem maiores dificuldades sobre o São Paulo que vivia um
inferno astral. No Brasileiro, deixou a desejar. Teve o segundo pior ataque da
competição (perdendo apenas para o lanterna Naútico). Após uma série de
empates, Tite foi covardemente mandado embora e o Timão e terminou o ano no
meio da tabela. Renovação de elenco e mais compromisso é tudo o que o time
precisa para 2014. Nota 8(por ter ganho dois campeonatos esse ano).
O fato mais marcante no ano do Santos foi a venda de Neymar.
Sem vaga na Libertadores, vice estadual,
o time da baixada teve um ano “sem sal”. Com um elenco nada competitivo, não
foi longe na Copa do Brasil e não almejou vôos mais altos no campeonato
nacional. Alguns colocam a culpa no inexperiente técnico Claudinei Oliveira.
Ele não teve muita culpa. Fez o que estava ao seu alcance com o material humano
que tinha a seu dispor. A diretoria precisa abrir o olho e contratar. Ou 2014
será um ano pra lutar contra o rebaixamento. Nota 6 para o ano sem graça do Santos.
Falando em luta contra o rebaixamento, esse é o único motivo
de alegria para o São Paulo. Ou não. O ano do Tricolor foi pífio. Perdeu o
craque Lucas e não repôs a venda nas
contratações. Parece que todo o dinheiro da venda do garoto foi, na verdade,
para a compra de caixas de whisky para o presidente Juvenal Juvêncio. Fracasso no estadual, Libertadores, Recopa,
Copa Audi, Copa Suruga, Sul Americana e Brasileiro. O time teve a pior seqüência
negativa de sua história: 14 jogos sem vencer (contando com os amistosos). Ney
Franco e Paulo Autuori colaboraram para o ano fracassado. O tricolor correu
sério risco de rebaixamento até a chegada de Muricy Ramalho, que conseguiu mudar
o espírito do time e livra-lo do fantasma da série B. Um ano pra esquecer.
Ganhou apenas 1 dos 7 campeonatos disputados. Poderia ter sido pior. Graças ao
planejamento (ou falta dele), o Tricolor não merece uma nota maior que 5.
O ano do Palmeiras foi dentro do esperado. O time poderia
terminar a temporada no Marrocos disputando o Mundial de clubes, mas a
realidade da temporada era a Série B. 2013 era para ser o ano da base. Mas Gilson Kleina não soube
fazer isso. A maior mudança foi testar vários reservas em campo ao mesmo tempo,
e comprovar que não tem nada além de um time titular. O qual, se comandado por
alguém melhor, poderia ter conquistado mais do que a obrigação do acesso. Na
Libertadores, Bruno “entregou” a classificação. Em 2014, o Palmeiras desafia
duas sinas do futebol: a temporada boa do grande que acabou de subir X a
maldição do Centenário. E isso torna o ano mais imprevisível possível. Nota 6
para o Palestra, que esse ano não fez mais que sua obrigação.
A Lusa fez o feijão com arroz e se manteve na Série A.
Ninguém esperava nada além disso. Nota 5.
A Ponte Preta passou vergonha no Brasileiro, mas pode
garantir um título inédito com a conquista da Sul Americana. Ninguém esperava
que a Macaca fosse ser o único paulista com chances de chegar à Libertadores
2014. Talvez a nota mais difícil de ser dada, graças ao Yin-Yang no qual se
encontra. Nota 3 pelo Brasileiro e nota 10 pela competição continental.
Então, galera. O que acharam dessa segunda parte? Concordam
ou discordam? Deixe seu comentário!
Agradeço a ajuda dos amigos Andrey Mattos e Kaique Pedaes
que colaboraram na criação desse texto.Em breve, a parte final com os times
cariocas. Aguardem.
Texto de: Juan Oliveira.
Revisado por: Andrey Mattos



2 comentários:
Bom texto Juan. Espero ansiosamente o texto sobre os cariocas (vasco) kkk um abraço
Muito bom, realmente a ponte é difícil de avaliar. Quero ler o próximo texto, que eu me identifico mais hahaha
Nathália Restier
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