13 de mai. de 2013

A vítima perfeita.




Domingo, 12 de maio de dois mil e galo, dia em que nossos rivais descobriram de maneira mortificante o que nos atleticanos já compreendíamos desde que o ano começou, que QUANDO ESTA VALENDO, ESTA VALENDO.

Voltando no tempo, 3 de fevereiro, inauguração do Mineirão, Galo e Cruzeiro se enfrentaram pela 1ª rodada do Mineiro, vitoria do rival por 2 a 1, e com todos méritos pela disposição (indisposição) apresentada pelo Galo, mas o que eles teimavam em ignorar foram os motivos do desinteresse  alvinegro, sabendo que o jogo até então mais importante do ano ainda estaria por vir uma semana depois pela estreia da libertadores, alguém queria se lesionar? Fato é que até às 16 horas do ultimo domingo, eles se baseavam e insinuavam ter um grande futebol visto a uma vitoria aplicada 3 meses antes.



Porque se lembrar de algo que já ficou tão distante? Simples, querer colocar o time celeste no mesmo patamar do Atlético beirou a arrogância, não pelos jogadores que lá se encontram, pois o plantel cruzeirense tem seus grandes valores, mas o bom senso falhou em enumeras vezes ao equiparar o futebol apresentado por ambos.

Mineiro nunca foi padrão para avaliar plantel, golear times do interior sempre foi quase que obrigação, principalmente para aqueles que já o acompanham a mais de 30 anos, mas a imprensa mineira (ignore a generalização) às vezes notória a sua cegueira inflou a vaidade de quem não provara ainda nada.
A batida do martelo foi pesada e o choque a realidade, bem, esta vocês devem perguntar aos derrotados, pois para quem estava massacrando, parece agora ser um exagero a cobrança por novos reforços.

20 finalizações contra 3 do rival já seriam suficiente para determinar quem foi quem, mas não, o jogo foi mais do que isso, o baile foi exuberante e para freia esse ímpeto alvinegro, a raposa abriu a caixa de ferramentas, resultado disso? Chuveiro mais cedo. Dez minutos de jogo e o arbitro claramente despreparado fisicamente, o que o fez ser substituído no segundo tempo, deixou de marcar uma penalidade a favor do Galo, quando o placar ainda estava 0 a 0, e não contente com o erro deixou de marcar novamente uma penalidade de Bruno sobre Rever, isto quando o placar já havia se alterado. Concordo que o Rever deveria receber o segundo cartão amarelo aos 45 minutos do segundo tempo, mas para quem foi tão favorecido durante todo jogo, parece que esta reclamação passou a ser determinante para o resultado final. Por isso deixo minha proposta: Tiramos o Rever do próximo jogo, se, batermos as duas penalidades usurpadas absurdamente.

O choro é livre, e imagina para aqueles que achavam estar vivendo o sonho que na verdade estava a cada dia se tornando um pesadelo, com seu ápice na figura de Ronaldinho Gaucho, Tardelli e cia.




Saudações Alvinegras

Nenhum comentário: