Domingo, 12 de maio de dois mil e galo, dia em que nossos
rivais descobriram de maneira mortificante o que nos atleticanos já compreendíamos
desde que o ano começou, que QUANDO ESTA VALENDO, ESTA VALENDO.
Voltando no tempo, 3 de fevereiro, inauguração do Mineirão,
Galo e Cruzeiro se enfrentaram pela 1ª rodada do Mineiro, vitoria do rival por
2 a 1, e com todos méritos pela disposição (indisposição) apresentada pelo
Galo, mas o que eles teimavam em ignorar foram os motivos do desinteresse alvinegro, sabendo que o jogo
até então mais importante do ano ainda estaria por vir uma semana depois pela
estreia da libertadores, alguém queria se lesionar? Fato é que até às 16 horas
do ultimo domingo, eles se baseavam e insinuavam ter um grande futebol visto a uma
vitoria aplicada 3 meses antes.
Porque se lembrar de algo que já ficou tão distante?
Simples, querer colocar o time celeste no mesmo patamar do Atlético beirou a arrogância,
não pelos jogadores que lá se encontram, pois o plantel cruzeirense tem seus
grandes valores, mas o bom senso falhou em enumeras vezes ao equiparar o
futebol apresentado por ambos.
Mineiro nunca foi padrão para avaliar plantel, golear times
do interior sempre foi quase que obrigação, principalmente para aqueles que já
o acompanham a mais de 30 anos, mas a imprensa mineira (ignore a generalização)
às vezes notória a sua cegueira inflou a vaidade de quem não provara ainda nada.
A batida do martelo foi pesada e o choque a realidade, bem,
esta vocês devem perguntar aos derrotados, pois para quem estava massacrando,
parece agora ser um exagero a cobrança por novos reforços.
20 finalizações contra 3 do rival já seriam suficiente para
determinar quem foi quem, mas não, o jogo foi mais do que isso, o baile foi
exuberante e para freia esse ímpeto alvinegro, a raposa abriu a caixa de
ferramentas, resultado disso? Chuveiro mais cedo. Dez minutos de jogo e o
arbitro claramente despreparado fisicamente, o que o fez ser substituído no
segundo tempo, deixou de marcar uma penalidade a favor do Galo, quando o placar
ainda estava 0 a 0, e não contente com o erro deixou de marcar novamente uma
penalidade de Bruno sobre Rever, isto quando o placar já havia se alterado.
Concordo que o Rever deveria receber o segundo cartão amarelo aos 45 minutos do
segundo tempo, mas para quem foi tão favorecido durante todo jogo, parece que
esta reclamação passou a ser determinante para o resultado final. Por isso
deixo minha proposta: Tiramos o Rever do próximo jogo, se, batermos as duas penalidades
usurpadas absurdamente.
O choro é livre, e imagina para aqueles que achavam estar
vivendo o sonho que na verdade estava a cada dia se tornando um pesadelo, com
seu ápice na figura de Ronaldinho Gaucho, Tardelli e cia.
Saudações Alvinegras



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