9 de dez. de 2013

Fluminense, rebaixado, quebra mais um tabu



A pífia campanha do Fluminense em 2013 teve um final previsível. O rebaixamento do campeão de 2012, quebrando mais um tabu: foi a primeira vez que um campeão do Brasileirão foi rebaixado no ano seguinte.

Já se fala numa barca com vários jogadores a serem dispensados. O problema não está só nos jogadores. Colocar a culpa neles é tapar o sol com a peneira.

Em primeiro lugar, é necessário demitir o Caetano, responsável pelo planejamento do Futebol. Ninguém paga R$ 400.000,00 por mês para alguém planejar o rebaixamento do time.

Em segundo lugar, TODO o DM e preparação física deverão ser demitidos. Os jogadores do Fluminense se lesionam e ficam parados mais do que o dobro da média dos outros clubes. O Valência praticamente não entrou em campo em 2013. Lembram do Araújo? Era reserva, entrava para jogar um tempo. Sempre que jogava, se lesionava. Foi para o Náutico e jogou quase todos os jogos como titular.

Em terceiro, alguém tem que dar um jeito no Celso Barros. Se ele quer ser o presidente do Clube, que vá às urnas. Não dá para aceitar que ele fique com os dedos nos cordéis manipulando presidentes marionetes. Celso Barros interfere demais no executivo do Fluminense e seus desmandos contra as decisões da diretoria custaram caros ao Flu. Isso sem falar no pouquíssimo reforço financeiro para 2013. O grosso foi para o Felipe (ordem do C.B.) que era tragédia anunciada. Qual o sentido em vender o Nem que não ganhava nem 100.000 para ficar com o Felipe a 300.000? O Nem não queria sair. Só queria que aumentassem o salário dele. O Siemsen disse que era hora de vender o Nem. Errado! O Nem estava em baixa quando foi vendido. Estava numa fase ruim quando foi. Se tivesse ficado e não se lesionado (grande e enorme SE), teria melhorado e não teríamos passado qualquer dificuldade. Outro erro estratégico, foi ter vendido o Thiago Neves para receber um milhão, porque o resto era da Unimed. Sem ter recebido o dinheiro do Nem (penhorado), não era para ter vendido mais ninguém. Por que vender, se não irá receber. Com a aposentadoria do Deco (poderia ter sido na Copa das Confederações), ficamos sem um armador sequer. Sem armador, não há jogadas criativas.

Finalmente, o Fluminense vai fazer agora a faxina que deveria ter feito ao término do BR-12: Digão, Anderson, Euzébio, Diguinho, Felipe (não deveria ter vindo), Fábio Braga, Edinho, Wellington Silva, Rhayner e outros serão dispensados e outros emprestados. Sou contra a saída do Edinho. Euzébio tem contrato até o meio do ano. É só não renovar. Não tem por que pagar multa rescisória. Saberemos amanhã 10/12. Aparentemente, o Wagner fica. Não consigo entender. Um jogador caro com um retorno muito baixo.

Que venha 2014 e que ganhemos tudo o que pudermos.

Os: o meu PFC será cancelado. Ver jogos em campos de várzea e em baixa definição é dose para leão.

Um comentário:

Anônimo disse...

Deco poderia ter ido pra Copa das Confederações? Ele é portugues. Nao pode jogar por outra seleção. Procure saber um pouco mais