24 de mar. de 2012

Em busca de mais 3 pontos.




Com uma semana inteira para se preparar, o Atlético volta a campo nesse domingo, para enfrentar a equipe do Cianorte.
O goleiro Rodolfo, com uma lesão na mão, irá desfalcar o Atlético por 6 semanas. Vinicios será o titular.
Ricardinho e Ligüera já estão a disposição do técnico Carrasco. Como a semana foi de treinamentos, e teste, alguns jogadores da base, tiveram oportunidades de treinar com o grupo principal. Os goleiros Hugo e Alexandre, e o atacante Patrick, foram as carinhas novas na preparação atleticana.
Hugo ( goleiro) fez uma grande participação na Copa São Paulo de Futebol Juniors.
Paulo Baier, volta com titular contra o Cianorte, já que Renan Foguinho, está no departamento médico.
Depois de vencer o primeiro turno, o Atlético não vem apresentando um bom futebol no returno. Hoje em 3° lugar o Rubro Negro, tenda a recuperação, para quem sabe, conquistar  turno, anulando assim,  os jogos da final.
Caso, aconteça uma final, hoje ela seria contra o Londrina, que é a equipe que vem liderando o segundo turno.
O jogo contra o Cianorte, será realizado domingo, ás 18:30 na Vila Capanema.
Paulo Roberto Alves Júnior, estará no comando, auxiliado por, José Carlos Dias Passos e Marcos Rogério da Silva.




Clube Atlético Paranaense, 88 anos


Comemorando o bicampeonato do Atlético em 1929/1930,  o artilheiro Zinder Lins, queria homenagear o clube, com algo que ficasse marcado para sempre. Como era costume na época, sempre depois de uma grande vitória, alguns versos eram feitos, por torcedores, jogadores, algo que marcasse o feito. Mas Zinder, foi além, ele queria algo que não deixasse apenas registrado o bicampeonato, mas algo que homenageasse o Clube. Então ele, compôs, uma música inteira e não algumas rimas apenas.
Então surgiu:

“Atlético, Atlético!
Conhecemos o teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor!
Vamos marchar sempre entoando
Esta gloriosa canção
E no peito ostentando
Nosso amado pavilhão
O Coração do Atleticano
Deve estar sempre voltado
Para as glórias do presente
E os feitos do passado
A tradição da nossa raça
Nos legou um sangue forte,
Rubro-negro não tem jaça
E não teme a própria morte.
A flâmula vermelha e preta
Representa um esplendor
Todos cá desta Baixada
A defendem com amor.
É por isso e mais por isso
Que ecoa de Sul a Norte
Todos os homens rubro-negros
Descendem de raça forte.”

Caiu no gosto do torcedor, então  o presidente atleticano na época Manoel Aranha, resolveu imortalizar a melódia do Zinder, transformando em hino do Clube Atlético Paranaense.
O músico Génésio Ramalho , que havia jogado no Atlético, queria uma melódia exclusiva para o Furacão . Assim, com a ajuda do ex dirigente Aníbal Borges, que  "encurtou" o hino  e acrescentou alguns versos novos, nasceu o mais belo hino do futebol Brasileiro, o hino do CLUBE ATLÉTICO PARANAENSE.

“Atlético! Atlético!
Conhecemos teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor. 
Vamos marchar
Sempre cantando
O hino do Furacão
E no peito ostentando
A faixa de campeão.
Atlético! Atlético!
Conhecemos teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor.
O coração atleticano
Estará sempre voltado
Para os feitos do presente
E as glórias do passado
Atlético! Atlético!
Conhecemos teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor. (bis)
A tradição, vigor sem jaça,
Nos legou o sangue forte
Rubro-negro é quem tem raça
E não teme a própria morte.
Atlético! Atlético!
Conhecemos teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor. ”





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