Houve uma situação estranha e depois esclarecida pelo técnico Ney Franco: Lucas foi substituído, mas tinha pedido para sair. Aí tudo bem: afinal, o garoto joga muito, não tira o pé, dorme pouco para estar ajudando o time que o revelou e torce desde criança.
No segundo tempo, o domínio tricolor virou acomodação e como o antigo ditado boleiro diz que quem não faz toma, ocorreu o empate chileno e o jogo ficou morno, com a torcida querendo logo o apito final, vendo que o time tricolor pouco produzia e parecia satisfeito com o resultado.
A foto diz tudo sobre o jogo: o empate não chega a ser um resultado ruim, porque o empate sem gols no Pacaembu sela a classificação tricolor, como foi nos jogos contra a LDU de Loja. Mas vale lembrar que se não fosse uma defesaça de Rogério Ceni no último minuto daquele jogo do Morumbi, não estaríamos aqui agora para contar essa história.
O M1to bem que disse após o jogo no Chile que o time precisa ter mais personalidade ao disputar a Sul-Americana: ou seja, enfrentar as dificuldades que surgem, sem se preocupar com o estilo da arbitragem, não se acomodar e sempre manter a bola na defesa do rival e não na nossa, porque no fim das contas o magro 1x0 representaria muito mais do que esse empate.
Agora é treinar para o jogo contra a Ponte, que será amanhã em Campinas, pela penúltima rodada do Brasileiro para depois ir ao Pacaembu na quarta selar nossa classificação inédita à final da Sul-Americana.
Nenhum comentário:
Postar um comentário