6 de dez. de 2011

Cruzeiro: o gigante desperta


Fala aí, cambada de nascidos pra vencer!


Como adiantei no Twitter, vou ceder o espaço do primeiro post pós-carcada para um companheiro de guerra. Abaixo, deixo vocês com a épica colaboração de @marcioyguer, torcedor que se habilitou a chutar o bico da já humilhada galinha pra fechar esse desastroso 2011.


Muito obrigado, Márcio Yguer, pela iniciativa. E que sirva de exemplo: quem quiser contribuir aqui pra NOSSA coluna, escreva pro RaposãoMail!


Abracão e espero que vocês gostem, ou melhor, 6ostem do texto! Eu ri foi pouco!


De orelha em pé,


@Raposao
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E aí, guerreiros!

Alma lavada? Eu também!

Jamais imaginei pesadelo tão grande quanto ter que disputar uma segunda divisão com o caminho sendo mostrado pelo menor clube do campeonato brasileiro. Parece mesmo coisa tão cotidiana quanto passar por alguém que acabou de sair da latrina e te entrega a chave do banheiro.

Como se alguém ou alguma coisa no mundo pudesse rebaixar o Cruzeiro, senão ele mesmo.

O Cruzeiro é tão gigante que sua força transborda e a mesma energia que foi usada pra implodir, escorrendo pelo caminho, foi recolhida e reimplantada em nossas veias, nos tornando ainda mais fortes. Nesse domingo ficou clara a força de uma camisa que nunca se entregou dentro e fora de campo e que, dessa vez, também fez a tristeza da imprensa Rosa e do Eixo Maldito.

“Se o time não for, nós empurramos”, foi a frase de superação que nos incentivava. Mas seria
suficiente?

A força da camisa que repousou em grande parte desse brasileirão, resolveu que não era mais hora de deixar a nau cruzeirense solta em águas turbulentas, e resolveu tomar o jogo terminando de uma vez por todas com esse capítulo obscuro, onde só deveria existir o azul supremo. Tudo isso no momento em que a PinkPress e a imprensa do eixo maldito, estavam em polvorosa com a possibilidade de queda do Gigante. Esperavam que seríamos nós a estrelar o seu filme de terror cujo roteiro vinha sendo escrito desde a derrota para o Once Caldas pela Libertadores.

E como trabalharam suas máquinas barulhentas!

Mas, como em todo filme decente, o roteiro precisa seguir normas – protagonista, antagonista, intrigas soltas que mesmo desmembradas, fazem parte do contexto...etc. E, de fato, tínhamos tudo isso, menos a cereja do bolo:

O carrasco.

O carrasco estava do lado errado e se esqueceram disso. Como se esqueceram disso também os seguidores do duble de carrasco, exalando toda a sua falácia aos quatro ventos, na cegueira de quem não enxerga o próprio rabo.

O filme de terror se transformou em um épico. 11 guerreiros subjugados pela plebe, subestimados em valor... mas encarnados com o espírito azul celeste, à espreita, na iminência do bote que não falhou e os conduziu à vitória!

Que este dia fique marcado em suas memórias como o dia em que o Gigante veio cobrar a arrogância dos falastrões e reconduzi-los aos seus galinheiros fétidos, de onde continuarão a escutar as histórias contadas pelos viajantes. Histórias sobre este Guerreiro Azul, que já derrotou monstros e seres mitológicos, exterminando-os em sua morada ou indo ao encontro desses em seu covil.

E podem estar certos: sempre atento ao clamor de seu povo, o Guerreiro Azul retornará para trazer a justiça e a luz celestial de sua espada ao mundo de trevas alvi-negras.

E como nem tudo é metafórico na vida:

CHUUUUUPAAAAA FRANGAAAAASSSSSS

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