28 de ago. de 2011

Crise? Que crise?


O Bahia perde, fica em estado de alerta, a torcida consegue enxergar que o time não está bem e que precisa urgentemente de trocar o treinador e somente o grandissíssimo presidente tricolor, acha que no Fazendão, está tudo às mil maravilhas.

Numa semana conturbada, que começou com a derrota contra o Santos, andou com a demissão de Jóbson e acabou como começou, com derrota.

De que adianta jogar bem e perder? Prefiro ver o Bahia caindo das pernas mas, ganhando. Agora, a luz amarela, quase vermelha se acendeu. 16º com 20 pontos e apenas, eu disse apenas, quatro triunfos na competição. Pode Renê? Pode MGF?

Não vou aqui falar do jogo de hoje, por que não adianta nada e o Ceará mereceu o resultado. Fato. Como também é fato, de que a arbitragem mais uma vez, de pirraça só pode, prejudicou o tricolor. Mas adianta quando se tem uma diretoria frouxa? Reclamação em papel não vale nada na Casa da Bandidagem no Futebol, vulgo CBF. Tem que ir lá e fazer presença, pra dizer na cara de quem quer que seja, que estamos sendo GARFADOS.

Bom, já que citei o caso Jóbson, muitos vão até me crucificar, mas pelo menos neste caso, a decisão foi acertada. Tudo bem que por falta de aviso, o Bahia não sabia do abacaxi que estava contratando. Conselho só se dá a quem pede.

Atrasos, desacato a autoridade policial, entrar com uma acompanhante (leia-se outra coisa) na concentração, brigar com os companheiros e causar insatisfação geral no ambiente de trabalho. Vão dizer que a diretoria errou? Jóbson não é criança e sabe muito bem de suas responsabilidades. E olha que ainda há o resultado do julgamento sobre dopping, no dia 05 de setembro.

Tanto é, que até seu próprio empresário solicitou que o jogador não se pronunciasse, pois ficou p da vida com seu comportamento. A multa pela indisciplina, ultrapassou a casa dos R$ 30 mil.

Jóbson ficou no clube por 111 dias, marcou 6 gols e era tido como ídolo da galera tricolor. A torcida, por sinal, fez até campanha na internet e nas redes sociais, pela absolvição do jogador, quando do anúncio do primeiro resultado do julgamento na CAS, que acabou sendo adiado. Acabou por dar um tiro no próprio pé.

Como diria Muricy Ramalho, a bola (e a vida), pune.

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