7 de fev. de 2011

Obrigado rival!


Salve, salve turma tricolor!

Pode parecer masoquismo de minha parte ou anti-tricolorismo pelo título do post, mas não é. A derrota no grande clássico, apesar de doer na alma, expôs as mazelas técnicas e táticas que nós torcedores enxergávamos mas a diretoria não.
Então, cabe aqui fazer um agradecimento público ao nosso rival, pelo favor de nos colocar abaixo do pedestal. Após o revés tricolor, a cúpula do Esquadrão acordou do sono em berço esplêndido e enfim, demitiu o retranqueiro Rogério Lourenço. Antes tarde do que nunca.
Como classificar um dito profissional que em cinco rodadas, só conseguiu um triunfo, cedeu um empate e ajudou a ressuscitar defunto em três oportunidades?
Mas Marcelo Guimarães e Paulo Angioni, observavam algo diferente. Uma aura de modernidade com a aposta feita em cima do aprendiz de técnico, uma visão santista de futuro. Aqui não é o Santos, que utiliza uma fórmula de sucesso e com DNA próprio. O Bahia não é laboratório de análises clínicas, para se fazer teste.
O Bahia é uma instituição de respeito, mesmo a diretoria fazendo um esforço danado para arranhar a imagem do clube no cenário nacional, que só não desmoronou ainda, porque nós torcedores, carregamos esse panteão do futebol nordestino nas costas.
Ano novo, semana nova, atitudes novas. Na quarta, Chiquinho de Assis assume interinamente o comando técnico, contra o Camaçari. Nomes de substitutos? Vadão, Geninho e PC Gusmão, são os candidatos à vaga deixada (obrigado, meu Deus!) por RL.
Dos três, meu preferido é Osvaldo Alvarez, por ter uma passagem boa no Fazendão em 2004, apesar da frustração da permanência na Série B daquele ano.
Como diria Cazuza, o tempo não pára.

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