31 de jan. de 2011

De virada é doloroso


Salve, salve turma tricolor!

Aliás, o dia não tá sendo tão bom assim. A nuvem negra que paira sobre o Fazendão desde a sexta passada, ainda repercute no dia de hoje, tudo por conta da derrota, de virada, para o Flu, no primeiro clássico do Estadual e sobre a reunião que pode definir o futuro de Jael no clube, após a agressão contra um dirigente tricolor.
Falando, melhor, escrevendo nestas mal traçadas linhas sobre o resultado do jogo contra o Touro, mais uma vez o velho roteiro de acomodação foi visto em uma partida do Esquadrão, desde o início da temporada 2011.
4 jogos e apenas 1 vitória, com 2 derrotas e um empate insosso contra o Ipitanga. Esse é o retrospecto do Bahia sob o comando de Rogério Lourenço. Um treinador que já provou por a + b, que é por demais inexperiente para dirigir uma equipe profissional. 
Sue negócio mesmo é divisão de base (nisso também tenho minhas dúvidas).
E olha que o time até buscou o resultado e conseguiu segurar o perigoso placar de 1 a 0, marcado por Camacho, até os 44 minutos da segunda etapa.
Prevaleceram duas coisas nesta estória. A primeira é que o Bahia é uma equipe em um tempo e um fracasso em outro. A segunda é que o treinador do Flu, Luis Carlos Queiroz, deu um nó tático em apenas 4 minutos. Tempo suficiente para virar o marcador a favor do clube feirense e provocar um misto de raiva, ódio, choro e frustração entre os torcedores que compareceram ao Pituaçu.
E tudo isso na semana que antecede o maior clássico do estado, neste domingo.

Futuro de Jael é praticamente definido em reunião hoje.
Quanto ao caso Jael, segundo declaração do presidente tricolor, Marcelo Guimarães Filho, a rescisão de contrato com o atacante é praticamente certa, dado ao fato de acontecer por justa causa.
Entenda a situação: na última sexta, durante o treino no Fazendão, Jael tinha sido questionado por um dirigente do clube sobre a sua ausência a um exame médico já marcado para o jogador. À cargas d'água, não se sabe os motivos que levaram o dirigente e o atleta a chegarem às vias de fato, com troca de socos entre ambos.
O certo é que MGF e o diretor Paulo Angioni, não gostaram nadinha da agressão a um funcionário do alto escalão e muito menos, à declaração do atacante sobre o atraso de salários, que ocorre desde novembro (sic).
E o treinador Rogério Lourenço, que após a derrota, questionado sobre se está balançando no cargo ou não, foi bastante grosseiro com um repórter no vestiário.
Enfim, a nuvem continua sob o clube e muita tempestade pode estar por vir. 
A salvação será um resultado positivo no Ba-Vi. 

Um comentário:

Zeca Urubu disse...

Nuvens negras e cheia de raios cobrem o Bahia... quer um conselho... mandem esse Rogério Lourenço embora... ele é péssimo, retranqueiro e não tem capacidade técnica de trabalhar em um clube como o Bahia!

SRN

Que bons ventos venham e logo!